19 DE ABRIL E A URGÊNCIA DA PERMANÊNCIA: POVOS INDÍGENAS E O DESAFIO DE TRANSFORMAR A UNIVERSIDADE

20/04/2026 11:10

Por Emeson Tavares da Silva e Roberto Antônio Finatto

O 19 de abril, hoje denominado Dia dos Povos Indígenas, tem sido progressivamente ressignificado no Brasil. Se, por um lado, a data já não comporta leituras folclorizantes, homogêneas e despolitizadas, por outro, ela continua a expor as contradições profundas que estruturam a relação entre o Estado, a sociedade e os povos originários. Celebrar essa data exige reconhecer que há pouco a ser comemorado quando as condições concretas de existência seguem atravessadas por desigualdades históricas e estruturais.

No campo da educação superior, essa contradição se materializa de forma contundente. O acesso de estudantes indígenas à universidade, frequentemente apresentado como um avanço, revela-se apenas uma etapa inicial de um processo muito mais complexo. No caso do curso de Educação do Campo da UFSC, essa tensão assume contornos específicos. Trata-se do curso com o maior número de estudantes indígenas da universidade, somando atualmente 64 estudantes matriculados(as), distribuídos(as) nas 4 turmas do curso.

É importante destacar que a presença indígena no curso é um processo relativamente recente, fruto da ampliação do acesso e das políticas afirmativas e não uma característica originária de sua criação. Ainda assim, o dado que se impõe hoje é outro: mesmo com o crescimento significativo do ingresso de estudantes indígenas, os desafios de permanência seguem sendo profundos. A questão central, portanto, desloca-se: não se trata apenas de quem entra, mas de quem consegue permanecer e concluir sua formação.

Essa realidade explicita um limite estrutural que não pode ser atribuído aos(às) estudantes, mas às próprias condições institucionais, pedagógicas e epistemológicas da universidade. Como argumenta Miguel Arroyo (2012), os sujeitos do campo não são apenas destinatários(as) de políticas educacionais, mas sujeitos de direitos e produtores(as) de saberes. No entanto, a universidade ainda opera, em grande medida, como se esses saberes não fossem legítimos. Essa negação se expressa em currículos rígidos, tempos acadêmicos inflexíveis e práticas pedagógicas pouco sensíveis às realidades territoriais e culturais.

No caso da Licenciatura em Educação do Campo, a pedagogia da alternância constitui um esforço de enfrentamento dessa lógica. Organizada a partir do Tempo Universidade (entendido como o período de estudo dos conteúdos das disciplinas em sala de aula) e do Tempo Comunidade (momento em que os(as) estudantes se direcionam aos seus territórios e, a partir do estudo teórico e conceitual, desenvolvem e articulam esses conhecimentos à luz de suas realidades), essa proposta busca integrar formação acadêmica e vida comunitária. Contudo, quando se trata de estudantes indígenas, essa articulação exige um nível ainda mais profundo de diálogo intercultural. Como destaca Gersem Baniwa (2019), não basta incluir indígenas na escola ou na universidade; é necessário transformar essas instituições para que dialoguem com os projetos de vida dos povos indígenas. Nesse sentido, a permanência não se reduz à assistência estudantil, mas implica uma transformação estrutural da própria universidade.

Os desafios enfrentados pelos(as) estudantes indígenas são múltiplos. Há o deslocamento territorial, que implica o afastamento das comunidades e de suas redes de pertencimento; há o deslocamento linguístico e cultural; e há, sobretudo, o deslocamento epistemológico. A universidade exige formas específicas de leitura, escrita e produção do conhecimento que, muitas vezes, entram em conflito com as cosmologias indígenas. Como problematiza Ailton Krenak (2019), a ideia de humanidade construída pela modernidade é incapaz de acolher a diversidade de modos de existir no mundo. Nesse contexto, permanecer na universidade torna-se, frequentemente, um ato de resistência cotidiana.

Entretanto, para além dessas dimensões estruturais, é preciso nomear uma realidade ainda mais dura e cotidiana: no âmbito da Universidade Federal de Santa Catarina, estudantes indígenas enfrentam, de forma recorrente, situações de violência simbólica, institucional e, por vezes, direta. Não se trata de episódios isolados, mas de uma dinâmica reiterada, na qual estudantes indígenas são cotidianamente constrangidos(as), deslegitimados(as) em seus saberes e, em muitos casos, explicitamente ou implicitamente convidados(as) a se retirar desses espaços. Trata-se de uma percepção construída a partir da vivência cotidiana na coordenação do curso e no acompanhamento dos(as) estudantes, evidenciando a frequência e a gravidade dessas ocorrências. Esse cenário revela a urgência de uma resposta institucional consistente e sistemática.

Essa realidade exige um deslocamento analítico: não basta pensar o acesso e a permanência em termos administrativos ou pedagógicos; é necessário compreender a universidade como um espaço atravessado por relações de poder, racismo estrutural e colonialidade. Isso implica adotar um olhar sistêmico sobre as condições de permanência dos(as) estudantes indígenas, reconhecendo que as dificuldades enfrentadas não são individuais, mas expressão de estruturas historicamente constituídas.

Ao mesmo tempo, é preciso reconhecer experiências que apontam para outras possibilidades. Este ano marca um momento histórico: pela primeira vez, a Universidade Federal de Santa Catarina oferta um curso de graduação em território indígena. A turma de 2026 da Licenciatura em Educação do Campo, realizada na Terra Indígena Laklãnõ-Xokleng, no município de José Boiteux, conta com 50 estudantes matriculados(as) na primeira fase. Essa experiência só se concretiza a partir do envolvimento da gestão universitária e do coletivo de docentes, servidores(as) técnicos(as) e estudantes que se colocam à disposição para deslocar a universidade de seu espaço tradicional, construindo, no território, outras formas de fazer educação superior.

Tal iniciativa dialoga com as contribuições de Catherine Walsh (2009), especialmente ao enfatizar a necessidade de uma interculturalidade crítica, que não se limita à inclusão de sujeitos historicamente excluídos, mas propõe a transformação das estruturas de poder, saber e ser que organizam a universidade. Levar o curso ao território indígena, nesse sentido, não é apenas uma estratégia logística, mas uma afirmação política: trata-se de construir condições para que diferentes epistemologias coexistam e tensionem o modelo hegemônico de produção do conhecimento.

Ainda assim, é necessário cautela para não romantizar essas experiências. Coordenar um curso com essa dimensão constitui um desafio imenso. Exige não apenas gestão acadêmica, mas sensibilidade política, compromisso ético e capacidade de escuta ativa. Exige, sobretudo, reconhecer que a Educação do Campo, em sua perspectiva mais crítica, não pode se limitar a uma política de acesso, devendo se afirmar como um projeto de transformação da universidade e, a partir dela, da própria sociedade.

Diante desse cenário, o que há, afinal, a comemorar no 19 de abril? Há, sem dúvida, o que reconhecer: a luta histórica dos povos indígenas, sua resistência, sua permanência e a sua presença crescente em espaços historicamente negados. No entanto, celebrar o ingresso sem enfrentar os desafios concretos da permanência é insuficiente e, em certa medida, contribui para a reprodução das desigualdades.

O 19 de abril deve, portanto, ser menos um dia de celebração e mais um dia de compromisso. Compromisso com a construção de uma universidade que não apenas inclua, mas que se transforme. Compromisso com a permanência digna de estudantes indígenas. Compromisso com o enfrentamento das violências institucionais. Compromisso com o reconhecimento de outras epistemologias. E, sobretudo, compromisso com os povos indígenas enquanto sujeitos de conhecimento, de território e de futuro.

Referências
ARROYO, Miguel. Outros sujeitos, outras pedagogias. Petrópolis: Vozes, 2012.
BANIWA, Gersem José dos Santos. Educação escolar indígena no século XXI: encantos e desencantos. Rio de Janeiro: Mórula, 2019.
KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
WALSH, Catherine. Interculturalidad, Estado, sociedad: luchas (de)coloniales de nuestra época. Quito: Universidad Andina Simón Bolívar; Abya-Yala, 2009.

Resultado preliminar EDITAL Nº 38/PIBID-UFSC/2024-2026, publicado em 03 de março de 2026 – Subprojeto Educação do Campo

18/03/2026 17:35

A Coordenadora Institucional do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), da Universidade Federal de Santa Catarina, no uso de suas atribuições, torna público o RESULTADO do processo seletivo simplificado, objeto do EDITAL Nº 38/PIBID-UFSC/2024-2026, publicado em 03 de março de 2026- Subprojeto Educação do Campo, para BOLSISTA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (ID), informando os/as classificados/as, na forma da legislação vigente.

Clique no link  a seguir para conferir o resultado: RESULTADO PRELIMINAR

EDITAL Nº 38 PIBID-UFSC/2024-2026, de 03/03/2026 – Subprojeto Educação do Campo

04/03/2026 12:19

A Coordenadora Institucional do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) da Universidade Federal de Santa Catarina, no uso de suas atribuições e com base na Portaria 114/2024/PROGRAD, de 21 de agosto de 2024, torna público que estará aberta, no período de 04/03/2026 até as 17h de 16/03/2026 (com conclusão do processo prevista até 20/03/2026), a seleção para o processo seletivo simplificado para BOLSISTA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (ID)

Confira as condições de participação e as demais informações no edital pelo link: Edital_38_PIBID-EDUCAMPO_ID

EDITAL nº 001/2026/LEdoC – monitoria indígena e quilombola

02/03/2026 13:04

Estão abertas as incrições para o EDITAL nº 001/2026/LEdoC de seleção de estudantes para a função de monitoria indígena e quilombola para o curso de Graduação em Educação do Campo da UFSC.

DOS PROCEDIMENTOS DE INSCRIÇÃO:
O período de inscrição será de 02/03/2026 a 10/03/2026, encerrando-se às 23h59. O estudante deverá inscrever-se por meio do e-mail: coordenaeducampo@gmail.com, anexando os seguintes documentos solicitados, sendo eles:
I. Atestado de Matrícula
II. Histórico Escolar

DAS CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO:
São quesitos obrigatórios para o(a) estudante se candidatar ao papel de monitor(a) bolsista do Programa de Monitoria Indígena e Quilombola:
I. Estar regularmente matriculado(a) preferencialmente no Curso de Educação do Campo ou em curso de graduação da UFSC, entre o segundo e o último semestre de curso;
II. Ter disponibilidade de 12 (doze) horas semanais;
III. Para receber a bolsa de monitoria, o(a) monitor(a) não poderá receber outras bolsas de ensino, estágio, pesquisa ou extensão, exceto os benefícios pecuniários destinados à promoção da permanência nos cursos em que estiverem matriculados(as), como Bolsa Estudantil/UFSC, Bolsa PAIQ/UFSC, Bolsa Permanência/MEC, ou outros concedidos pela PRAE/UFSC;
IV. Não estar em débito com os relatórios de monitorias anteriores.

O(a) estudante bolsista de monitoria receberá mensalmente uma bolsa no valor de R$ 568,00 e o auxílio transporte de R$ 132,00 ficando a remuneração total em R$ 700,00.

Confira o Edital para maiores informações por meio do link: Edital_Monitoria_Indigena_e_quilombola_Educampo_2026

RESULTADO – SELEÇÃO DE BOLSISTAS DE EXTENSÃO – EDITAL Nº 08/2025/PROEX – PROBOLSAS 2026 – “Entre marés e memórias: formação de professores para o monitoramento participativo e pedagógico do ecossistema de manguezal de Imaruí-SC”

20/02/2026 20:30

A professora Gabriele Nigra Salgado torna público o resultado da seleção para uma vaga de bolsista de extensão, nos termos do Edital nº 08/2025/PROEX – PROBOLSAS 2026 para o projeto de extensão “Entre marés e memórias: formação de professores para o monitoramento participativo e pedagógico do ecossistema de manguezal de Imaruí-SC”.

Confira o resultado por meio do link: RESULTADO

INSCRIÇÕES DEFERIDAS – SELEÇÃO DE BOLSISTAS DE EXTENSÃO – EDITAL Nº 08/2025/PROEX – PROBOLSAS 2026 – “Entre marés e memórias: formação de professores para o monitoramento participativo e pedagógico do ecossistema de manguezal de Imaruí-SC”

13/02/2026 12:35

A professora Gabriele Nigra Salgado torna público o resultado das inscrições deferidas para uma vaga de bolsista de extensão, nos termos do Edital nº 08/2025/PROEX – PROBOLSAS 2026 para o projeto de extensão “Entre marés e memórias: formação de professores para o monitoramento participativo e pedagógico do ecossistema de manguezal de Imaruí-SC”.

Confira as inscrições deferidas e o horário das entrevistas por meio do link: DEFERIMENTO DAS INSCRIÇÕE S E HORÁRIOS DAS ENTREVISTAS

SELEÇÃO DE BOLSISTAS DE EXTENSÃO – EDITAL Nº 08/2025/PROEX – PROBOLSAS 2026 – “Entre marés e memórias: formação de professores para o monitoramento participativo e pedagógico do ecossistema de manguezal de Imaruí-SC”

29/01/2026 08:42

A professora Gabriele Nigra Salgado está selecionando uma vaga de bolsista de extensão, nos termos do Edital nº 08/2025/PROEX – PROBOLSAS 2026 para o projeto de extensão “Entre marés e memórias: formação de professores para o monitoramento participativo e pedagógico do ecossistema de manguezal de Imaruí-SC”. O bolsista de extensão exercerá suas funções em 20 (vinte) horas semanais. A bolsa terá vigência de 01/03/2026 a 31/12/2026 e o valor é de R$ 700,00 reais. As inscrições deverão ser realizadas no período de 02/02/2026 até 12/02/2026.

 

Para mais informações, clique no link abaixo e confira o edital.

Edital de Seleção

Matrícula – Semestre 2026.1

11/12/2025 17:07

Informações importantes:

12 a 16/12 – 1ª Etapa de Matrículas – Período para renovação de matrícula no CAGR.

04 a 09/02 – 2ª Etapa de Matrículas – Período para ajustes de matrícula.

19 e 20/02 – 3ª Etapa de Matrículas – Período para ajustes de matrícula.

09 e 10/03 – Quarto e último período para encaminhamento, pelos/as estudantes, das solicitações de ajuste de matrícula excepcionais. Etapa via Secretaria do Curso para os/as estudantes que não conseguiram realizar a matrícula nas etapas anteriores.  É preciso formalizar o pedido de matrícula presencialmente ou por e-mail para a Secretaria do Curso (educacaodocampo@contato.ufsc.br). A coordenação do curso não realizará matrículas sem solicitação do/a estudante.

Observação: Os horários das disciplinas no sistema CAGR são fictícios, inseridos de forma que não haja choque de disciplinas em uma mesma turma. Os horários das disciplinas estão disponíveis nos calendários das turmas aqui.

Observação²: Não serão efetuadas matrículas ou cancelamentos de matrículas posteriores aos prazos mencionados acima!

 

RELAÇÃO DAS DISCIPLINAS PARA MATRÍCULA – OBSERVAR O NÚMERO DA TURMA

Disciplinas a serem ofertadas em 2026-1

1ª fase (Turma 01334) Vestibular 2026 – aulas presenciais na Terra Indigena Laklano – Coordenadores: Prof. Juliano Espezim Soares Faria e Patrícia Guerrero

  • EDC1403 – Estado e Politicas de Educação do Campo I
  • EDC1420 – Infância e Juventude no e do campo I
  • EDC1429 – Introdução aos processos de Pesquisa
  • EDC1442 – Sujeitos do Campo
  • EDC1455 – Vivência Compartilhada I
  • EDC1463 – Instrumentos Pedagogia da Alternância I
  • EDC1547 – Saberes e Fazeres
  • EDC1555 – Apoio Pedagógico em Biologia e Matemática (2cred)
  • EDC1570 – Extensão na Educação do Campo – o Território
  • EDC1580 – Fundamentos de Biologia
  • EDC1581 – Fundamentos de Matemática
  • EDC1476 – Introdução a Permacultura (optativa – 20 vagas)

As disciplinas destacadas em verde estão todas relacionadas ao Tempo Comunidade. Para realizar o TC é necessário se matricular em todas elas.

3ª fase  (Turma 03334) – Turma Quilombo – aulas presenciais no Quilombo Vidal Martins (bairro Rio Vermelho – Florianópolis) – Coordenadora: Natacha Eugênia Janata

  • EDC1402 – Cultura Escola e organização coletiva
  • EDC1430 – Pesquisa I
  • EDC1449 – Teorias da Educação I
  • EDC1457 – Vivencia compartilhada III
  • EDC1503 – Fundamentos das Ciências Humanas e Sociais (História e Geografia)
  • EDC1504 – Antropologia da Educação
  • EDC1520 – Saberes e fazeres didáticos-pedagógicos nas Ciências Humanas e Sociais – I
  • EDC1563 – Instrumentos Pedagogia da Alternância III (PCC)
  • EDC1572 – Extensão na Educação do Campo – Espaço escolar e entorno
  • EXR1552 – Manejo de agroecossistemas I
  • EDC1401 – Campo e processos migratórios (optativa)
  • EDC1441 – Questões Ambientais e Desenvolvimento Sustentável (optativa)

As disciplinas destacadas em verde estão todas relacionadas ao Tempo Comunidade. Para realizar o TC é necessário se matricular em todas elas.

5ª fase (Turma 05334) – Turma Imaruí – aulas presenciais em Imaruí – Coordenadora: Profa. Gabriele Nigra Salgado

  • EDC1415 – Estudo orientado e Seminário de Socialização V
  • EDC1425 – Fundamentos das CNM na Educação Básica para Escolas do Campo III
  • EDC1432 – Laboratório I
  • EDC1440 – Organização dos Processos Educativos II
  • EDC1445 – Saberes e Fazeres III
  • EDC1459 – Estágio Docência de CNM nas séries do Ensono Fundamental nas Escolas do Campo I
  • EDC1468 – Aprofundamento Temático II – Gênero
  • EXR1435 – Manejo de Agrossistemas II

As disciplinas destacadas em verde estão todas relacionadas ao Tempo Comunidade. Para realizar o TC é necessário se matricular em todas elas.

7ª fase (Turma 07334) – Turma Arandu-Guarapuvu  – aulas presenciais em Florianópolis – Coordenadora: Profa. Graziela Del Mônaco

  • EDC1417 – Estudo Orientado e Seminário de Socialização VII
  • EDC1427 – Fundamentos das Ciências da Natureza e Matemática na Educação Básica para Escolas do Campo V
  • EDC1433 – Laboratório II
  • EDC1447 – Saberes e Fazeres V
  • EDC1453 – TCC II
  • EDC1461 – Estágio Docência de CNM nas séries do Ensino Fundamental nas Escolas do Campo III
  • EDC1468 – Aprofundamento temático II- Gênero
  • EDC1470 – Aprofundamento Temático IV – Etnias
  • EXR1436 – Manejo agroecossistemas III

As disciplinas destacadas em verde estão todas relacionadas ao Tempo Comunidade. Para realizar o TC é necessário se matricular em todas elas.

Disciplinas de reofertas em Florianópolis – TURMA 09334 – de 26 de janeiro a 07 de março :

  • EDC1444 Saberes e Fazeres II – processos metodológicos
  • EDC1408 Fundamentos MTM
  • EDC1425 Fundamentos das CNM na Educação Básica para as Escolas do Campo III
  • EDC1429 – Introdução aos processos de pesquisa
  • EDC1443 – Saberes e Fazeres I – processos metodológicos

Outras disciplinas:
EDC1454 – Trabalho de Conclusão de Curso – TCC III (Turma: 08334)

Para os estudantes que precisam concluir o TCC

Observação: Para defender o TCC III é necessária antes a conclusão das disciplinas de TCC I e TCC II.

Remanescentes: verifiquem as disciplinas pendentes e o território em que estão sendo oferecidas para que possam integralizar o currículo.

Confiram os planos de ensino das disciplinas.

Datas de início das aulas

Turma Laklãnõ – 1ª Fase  23/03
Turma Quilombo – 3ª Fase  09/03
Turma Imaruí – 5ª Fase  09/03
Turma Arandu Guarapuvu – 7a Fase 09/03
Discplinas de reoferta 26/01

Auxílio para a matrícula:

Em caso de dificuldades para a matrícula, entrem em contato com os professores coordenadores de turma ou com a secretaria do curso via e-mail (educacaodocampo@contato.ufsc.br) ou WhatsApp no (48) 3721-2250.

Nos dias 15 e 16 de dezembro, das 07 às 13h, a secretaria do curso estará disponível para auxílio presencial aos/às estudantes que necessitarem de orientações para a matrícula.

 

RESULTADO PRELIMINAR EDITAL Nº 110/2025/DAE/PROGRAD – Transferências e Retornos

14/11/2025 12:04

O Coordenador do Curso de Licenciatura em Educação do Campo da Universidade Federal de Santa Catarina designado pela Portaria n.º 1344/2024/GR, de 08 de Julho de 2024, no uso de suas atribuições legais, tornar público o RESULTADO PRELIMINAR dos candidatos classificados nas vagas remanescentes conforme ao EDITAL Nº 110/2025/DAE/PROGRAD – Transferências e Retornos, pelo Curso de Licenciatura em Educação do Campo, conforme quadro abaixo:

Retorno de Abandono – PAA: 02 vagas

Nome Categoria  de Ingresso Classificação
 Pâmela Marcilene da Rosa PAA/PPI
 Luiz Fernando Cristão PAA/PPI


Transferência Externa – Classificação Geral: 04 vagas

Nome Categoria  de Ingresso Classificação
Valquiria Beatriz Vidal Cristão CG  1º
 Eleno Vilson de Oliveira CG  2º
Luiz Cristão CG  3º
 Kátia Maria dos Santos Pons CG  4º


Transferência Externa – PAA: 02 vagas

Nome Categoria de Ingresso Classificação
 Jucélia Beatriz Vidal PAA/PPI
Rosete Olindina Costa PAA/PPI